Um conto de inverno
Um conto de inverno
O bem nem sempre é recompensado:
Quando acolher se torna um risco
Durante muito tempo ouvi que quem pratica o bem colhe o bem e quem pratica o mal colhe o mal. Infelizmente, eu e qualquer pessoa que lê este texto sabemos que isso não passa de uma ilusão. Quantas pessoas boas morrem de câncer após sofrerem dores inimagináveis? Quantas crianças são abusadas, mortas ou destruídas sem jamais terem cometido um único pecado? Não é preciso procurar muito para encontrar o mal prevalecendo sobre o bem, com raras exceções.
Imagine alguém que assume uma mulher com três filhos. Ela alega ter sofrido abusos desde a juventude e diz não ter mais esperança, vivendo apenas por causa dos filhos. Esse alguém lhe oferece um lar, uma nova chance e, como “bênção”, recebe uma filha. Uma menina cujo nascimento quase a deixaria órfã, pois o pai se envolveu em um acidente de trânsito quase fatal poucos meses antes dela nascer. Aquele evento mudaria tudo.
Até aí, tudo bem...
Só que aquela mulher, agora mãe de quatro filhos, não era a vítima indefesa que parecia. Mesmo que tenha sofrido na infância, as marcas que carregava não vinham apenas da violência alheia. Quando contrariada, costumava se cortar para sentir uma dor que sua personalidade narcisista a impedia de perceber de outra forma. Nunca pedia desculpas. Nunca se arrependia. Afinal, na visão dela, nunca era responsável por nada. Sempre culpava os outros. Era a vítima do destino, da vida, das circunstâncias.
Durante meses, ela planejou destruir a pessoa que a havia resgatado da miséria, dado um lar, apresentado bons livros, financiado um negócio para que se sentisse útil e até comprado um carro quando ela tirou a habilitação (após reprovar na primeira tentativa). Mesmo assim, espalhou mentiras, fez intrigas e tentou destruir quem a acolheu. Teve a frieza de fazer falsas denúncias de violência, culpar os filhos e inventar que precisava lidar com a profanação do túmulo de um filho só para viver momentos de luxúria com um estranho conhecido em páginas de conteúdo adulto.
Mas, e a tal "justiça divina"?
Talvez essa mulher não passe totalmente impune, mesmo tendo infringido a lei com falsas denúncias, exposição da intimidade de clientes, calúnia contra quem a acolheu, invasão de residência, agressão a uma senhora idosa e incentivo à filha para roubar o celular do ex-companheiro. Mesmo contando com favores de pessoas ligadas ao Conselho Tutelar, à polícia e ao Poder Judiciário, essa mãe precisa conviver com uma realidade brutal: o filho mais velho assassinado por se envolver com criminosos; outro filho processado por invadir a escola, cometer vandalismo e fazer apologia ao nazismo ao atingir a maioridade; a filha adolescente envolvida no delito citado; e maus-tratos à filha mais nova até esta fugir de casa.
Seria um castigo para qualquer mãe passar por tudo isso. Mas e para o homem que a acolheu acreditando no sofrimento que ela alegava? O homem que encobriu suas falhas, permaneceu ao lado dela vendo o próprio dinheiro ser usado em chantagens e despesas desnecessárias, sem quase nada comprar para si? E que ainda teve o nome jogado na lama, sendo chamado de violento, molestador, vagabundo, escorado financeiramente na esposa e infiel — quando na verdade saía de casa às 5h da manhã para trabalhar, voltava por volta das 21h, trabalhava todos os finais de semana e ainda estudava à noite?
Seria uma história triste se fosse verdadeira, não é mesmo?
Imagine um magistrado dormir tranquilo sabendo que limitou a vida de uma pessoa de bem com base em um testemunho falso. Imagine um advogado ajudar a impedir um pai de conviver com a própria filha para beneficiar uma mulher que calunia quem a acolheu, agride idosas e mente para manipular quem está à sua volta.
Ainda bem que não passa de ficção.
O leitor pode ficar sossegado depois de ler isso, certo? Afinal, existe justiça e ninguém é tão mau a esse ponto…
Ou é?
O que você acha dessa história?
Conhece alguém que tenha vivido algo parecido? Deixe sua opinião sincera nos comentários.

Sim, conheço e digo DEUS é o que vê tudo e a justiça dele não falha.
ResponderExcluirProfundo.
ResponderExcluirSim, conheço!
ResponderExcluirE confio em Deus que age no tempo, que não falha!
Que é Amor, mas tbm é justiça!