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Evocation

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 Evocation  Clique na imagem e ouça a demo Belial's Land A redescoberta da demo Belial's Land, 18 anos depois Estava dando uma olhada em alguns blogs que falam sobre Heavy Metal e acabei me deparando com um em especial. A princípio, as postagens mostravam capas de fitas e CDs demo. Reconheci algumas delas e fui percorrendo as postagens até ter uma grande surpresa. Em meio a centenas de títulos e bandas, estava a demo Belial's Land , da Evocation . Antes de mais nada, quero fazer uma ressalva. Em outras postagens escrevi que havia tocado na banda Evocation e gravado a demo Obscurity Worshiper . Na verdade, o nome da demo é Belial's Land . Nunca iria lembrar-me disso. No blog em questão não havia reviews ou coisas do tipo, apenas uma foto da capa e dados como os nomes das faixas e o ano de lançamento. Porém, para que a surpresa ficasse completa, havia um link direcionando para uma página de downloads. Cliquei no bendito link e, em dez minutos, tinha em mãos a demo que ha...

Produção musical

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Produção Musical: Clique na imagem aprenda a produzir música Conceitos Iniciais e os Caminhos do Aprendizado Musical Esta é uma postagem especial para mim, pois marca o início de uma nova fase neste blog. A partir de agora, pretendo abordar de forma mais ampla o universo da produção musical , explorando os diferentes caminhos que a música percorre desde o seu aprendizado e criação até chegar ao público e, eventualmente, à comercialização. Não pretendo falar apenas sobre a profissão de produtor musical em si. A proposta desta série é compreender todo o processo que envolve a música: o estudo, o desenvolvimento técnico, a composição, a prática individual e coletiva, a formação de bandas, os ensaios, as apresentações ao vivo, as gravações em estúdio e tantos outros aspectos que fazem parte da trajetória de um músico. Talvez seja pretensioso tentar abordar um universo tão amplo, mas esse rótulo não me incomoda. Meu objetivo é, acima de tudo, instigar o debate , compartilhar aquilo que apre...

Seguindo em frente

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Seguindo em frente: Clique na imagem e conheça KRP Livros Minha jornada musical de quase 30 anos Não é segredo que a música faz parte da minha vida desde os 8 anos. Depois de quase três décadas de contato com essa arte, olho para trás e reconheço que ainda fiz pouco pela minha própria música. Em cada fase, o aprendizado de um instrumento teve motivações e objetivos bem distintos. No início, era pura curiosidade e a magia de extrair algum som de um Giannini velho. Depois veio a necessidade de dar musicalidade àquele amontoado de sons recém-descobertos. A paixão pelas obras de Mozart, Beethoven, Bach e Vivaldi, junto com o violão flamenco e as modas de viola brasileiras, passou a ditar as regras assim que as escalas e os acordes começaram a ser assimilados e executados com convicção. O grande divisor de águas chegou com o Metallica e a obsessão por amplificadores e guitarras elétricas. Tive a sorte de contar com amigos que tocavam em bandas e sempre emprestavam instrumentos e equipamento...

Contribuição solidária

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  Aprender algo e sentir satisfação apenas pelo ato de saber pode ser visto como um estado raro: talvez uma patologia psicológica desconhecida ou, quem sabe, um estágio evoluído da existência. Conheci pessoas que praticam esportes apenas pelo prazer de fazê-lo, sem buscar vitória ou reconhecimento. Da mesma forma, há quem compartilhe conhecimento livremente, mesmo sabendo que sua atitude pode fortalecer concorrentes com informações valiosas. E, claro, existem aqueles que dividem suas poucas posses com outros, mesmo tendo quase nada. Todas essas atitudes se conectam ao tema da solidariedade. Em uma reflexão anterior falei sobre o ego e sua importância como motor da vaidade humana. Agora, proponho analisar brevemente os exemplos citados para iluminar possíveis explicações. Quem pratica esportes e se sente realizado apenas em competir pode ser visto como um desportista “mediano”. Mas, ao mesmo tempo, pode estar cuidando da saúde, mantendo o corpo em forma ou simplesmente buscando pert...

A banda que salvou o metal

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Em 8 de dezembro de 2004, o mundo do metal perdeu um de seus maiores ícones: Darrell Lance Abbott , mais conhecido como Dimebag Darrell , assassinado no palco durante uma apresentação. Nascido em 20 de agosto de 1966, em Dallas, Texas, Dimebag cresceu inspirado por guitarristas como Ace Frehley (Kiss), Randy Rhoads e Eddie Van Halen , desenvolvendo desde cedo uma técnica única e carismática. Ao lado de seu irmão Vinnie Paul Abbott na bateria e de amigos como Rex Brown , Dimebag fundou o Pantera em 1981. Nos vocais, quem assumiu inicialmente foi Terry Glaze . Com essa formação, a banda lançou três discos independentes que marcaram sua fase inicial: 🎸 Metal Magic (1983) O primeiro álbum seguia a linha hard rock/glam metal , com influências de Van Halen , Accept , Kiss , Judas Priest e Black Sabbath . Apesar das limitações técnicas de uma banda independente, o disco impressionava pela qualidade da produção e das composições. A guitarra de Dimebag já se destacava, mostrando que ...

Recordando os tempos do vinil

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  Recordar é reviver situações e voltar a sentir sensações esquecidas. Normalmente, o que mais nos marca são as experiências vividas e os sentimentos da juventude. Quando jovem, eu era daqueles caras que trabalhavam em qualquer emprego apenas para juntar dinheiro e investir em discos, camisas de bandas, pedais de guitarra, fitas cassete e tudo o que orbitava o universo musical. As lojas eram o nosso ponto de encontro com as novidades: era lá que descobríamos lançamentos, trocávamos informações e alimentávamos nossa paixão. Inúmeras vezes saí de casa com ressaca em um sábado de manhã para ir ao centro de Porto Alegre comprar alguma coisa. Isso fazia parte da rotina, era quase um ritual. Reservar tempo para essa busca era essencial, e cada compra trazia um prazer imenso. Ao adquirir um disco, eu passava horas explorando a capa, o encarte, imaginando o momento de chegar em casa e colocar a “bolacha” para rodar. Na semana passada, tive a oportunidade de reviver esse hábito que tanto a...

Fundamentos e motivações de um músico

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  Gostaria de comentar a respeito de algo que, ao menos a meu ver, está sendo deixado em segundo plano: a fundamentação musical. É incrível como o fácil acesso à informação tem mudado os conceitos das pessoas. Em alguns aspectos, isso tem trazido melhorias; em outros, tem piorado bastante. Quando comecei a estudar música, no final dos anos oitenta, minhas ambições eram muito modestas. Por exemplo, queria aprender a tocar a introdução de “One”, do Metallica, no violão — e, com muita sorte, trechos curtos e riffs de outras músicas. Para isso, estudei os fundamentos do violão: suas técnicas, escalas musicais, acordes, andamentos e divisões rítmicas. Todos esses conceitos levam tempo para serem absorvidos e aperfeiçoados — mais para uns do que para outros — mas levam tempo. Depois vem a prática em conjunto, a colocação de texturas, arranjos, vozes e outras variáveis de cada estilo musical, para quem pretende seguir tocando e estudando. Porém, apenas tocar um riff, um trecho de solo ou ...

Primeiras escolhas

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  Uma das características mais notórias do mercado musical é o alto valor dos equipamentos. Claro que existem aqueles que prometem oferecer uma resposta igual ou superior aos tops de linha por um preço mais acessível. Entretanto, nada custa metade ou um terço do valor de um equipamento similar sem motivo. O valor agregado de um equipamento tem diversas origens: a forma como é construído, o material, os componentes, a durabilidade e suas características. Todos esses aspectos devem ser levados em conta. É importante ter em mente que a música é um hobby caro e, quando se trata de investir profissionalmente, pode até assustar. Independentemente da quantia disponível para investir, é possível gastar de forma justa e obter um resultado condizente com o valor aplicado. Certos equipamentos são muito caros e, mesmo assim, podem não contribuir para a qualidade final do trabalho de maneira que justifique o investimento. Nesse caso, o equilíbrio é o fator mais importante. Evitar exageros na ho...

Recorrendo a segurança dos clássicos

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  Sendo quase que obrigado a seguir com o assunto da postagem anterior, faço uma pausa para refletir sobre alguns aspectos da produção musical — e me deparo com aquilo que diferencia cada profissional ou amador na hora de realizar algum feito: o conhecimento . Existem diferentes formas de adquirir conhecimento sobre algo, e a mais popular hoje em dia é pesquisando na internet. Basta digitar algumas palavras-chave no Google e uma lista de possibilidades se abre diante de nós. Porém, se não temos um conhecimento prévio sobre o assunto, não há como saber qual fonte é realmente confiável. No caso da produção musical (aqui me refiro à criação de música, e não à função de produtor musical propriamente dita), lidamos com equipamentos, músicos e técnicas infinitamente diversificados. Para não ser enganado ou receber informações equivocadas sobre equipamentos e instrumentos, é aconselhável se organizar na hora de estudar: o que vamos fazer, como pretendemos fazer e o que precisamos para iss...